Sertãozinho –  O senhor Eduardo Canova está revoltado com um pedido que fez ao IBAMA ano passado e nada aconteceu, nem resposta e nem atitude. No interior existem (ainda!!!!) pessoas que armam alçapões para aprisionar pequenos pássaros em locais onde há verde ainda (eles fogem do seu habitat por causa das queimadas) . Às vezes a policia prende o material, mas é raro. Eduardo pede que façamos algo para espalhar este protesto. Vamos ajudá-lo! Abaixo, uma explicação que Eduardo deu sobre o ciclo de reprodução dos pássaros e o email que mandou para Ibama ano passado, sem resposta alguma.

“Eu acho melhor ainda agirmos formalmente, se possível, para darmos a eles a oportunidade e tempo para alguma atitude. Se não nos derem nenhuma atenção como da primeira vez que utilizei o próprio portal deles (só para inglês ver), aí sim, vamos partindo para o BARRACO gradualmente, até atingirmos o nosso objetivo, que é alcançar os jornais, rádios, tv’s, passeatas, etc.. Eu não quero muito, apenas banir as gaiolas e as armadilhas vendidas livre e descaradamente no comércio do Brasil .
Pensa comigo – todo animal é reprodutor e quando reproduz, tanto o macho quanto a fêmea, tratam seus filhotes até crescerem e se tornarem independentes para sobreviverem e reproduzirem novamente. Normalmente esse processo reprodutivo ocorre na primavera, quando os pássaros estão mais fortes e cantam mais, para atrair as fêmeas e é justamente nessa espécie de piracema terrestre  que surgem esses exterminadores para interromper toda cadeia geometricamente reprodutiva daí para frente. Um simples macho capturado nesse momento, acarreta a interrupção das vidas dos seus atuais filhotes já nascidos e de todos os seus netos, bisnetos, tataranetos, etc., além de ser um macho a menos na natureza para acasalar as atuais fêmeas existentes. Isso, a longo prazo, é fácil de se enxergar onde irá chegar—à extinção.
Por isso, cara amiga, estou disposto a ir às últimas consequências legais e possíveis para atingir a atenção e conscientização da maioria da população pelo ao menos do Brasil, começando por Sertãozinho e ampliando gradativamente até atingir o todo.
Abraço.”
W.EDUARDO CANOVA
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