Projeto Recriar
17/07/10
O homem é coautor da Grande Obra da Vida, construída a cada segundo, com os sonhos, gestos, intenções, ideias, erros, acertos, buscas, certezas… e, principalmente, com a infinita criatividade para recriar o mundo, todos os dias.
Nosso projeto aposta na capacidade que cada ser humano tem de sonhar juntos e criar instrumentos para construção de um mundo melhor.
Por onde começar?
Que tal cuidando do nosso Lar?
O déficit habitacional gira em torno de 6 milhões de casas, sendo que quase 90% destas incide sobre a população com renda média familiar mensal até três salários mínimos.
A indústria da construção civil poderia suprir esse déficit, mas qual seria o custo ambiental dessa obra?
“As atividades relacionadas à construção civil são as maiores responsáveis pela degradação ambiental, que ocorrem por meio do consumo excessivo de recursos naturais, pela demanda por matéria prima industrializada e pela geração de resíduos. O setor é atualmente um dos maiores causadores de impactos ambientais, consome 75% dos recursos naturais extraídos, gera 80 milhões de toneladas de resíduos por ano e, devido à queima de combustíveis fósseis, sua cadeia produtiva contribui de forma significativa para a emissão de gases de efeito estufa (GEE), como o CO2. Também responde por 40% do consumo mundial de energia e por 16% da água utilizada no mundo.”
Como solucionar esse problema?
Construir casas populares sustentáveis seria um bom começo.
Mas o que é uma casa popular sustentável?
São casas projetadas com materiais de construção e tecnologias de baixo custo, que possibilitem:
• coleta e reutilização de água da chuva para descarga do vaso sanitário e irrigação do jardim
• materiais de construção naturais, recicláveis e de fontes renováveis, que produzam menor impacto ambiental, disponíveis localmente;
• tratamento local de esgoto doméstico;
• desenvolvimento de projeto que possibilite a autoconstrução ou a construção através de sistemas de mutirão;
• sistema de aquecimento de água por painéis solares
O resultado para o planeta será:
• menor impacto ambiental;
• redução do consumo de energia;
• redução do consumo de água;
• melhoria do conforto térmico;
• redução e minimização de resíduos;
• saneamento eficiente;
• paisagismo produtivo.
A teoria é perfeita, mas como saber se esses materiais e tecnologias são eficientes?
Testando!
Etapa II
Protótipo de casa popular sustentável
Construiremos um protótipo, no campus da UNICAMP, que será avaliado à luz de normatização nacional e internacional de desempenho quanto à durabilidade, conforto térmico e acústico, resistência mecânica e em situação de incêndio. Materiais e tecnologias construtivas, sugeridos no projeto arquitetônico e executivo, nesta fase, serão viabilizadas ou readequadas em função dos resultados obtidos.
A continuidade do projeto sugere o monitoramento do desempenho do protótipo, pelo período de um ano, no que diz respeito à eficiência dos materiais e tecnologias propostos.
Mas o que faz de uma casa, um Lar?
As pessoas que vivem nela.
Etapa III
Capacitação e Educação Ambiental
Capacitação em construção sustentável.
Ofereceremos cursos de confecção de tijolo adobe cimento, equipamentos de captação de água de chuva de baixo custo, painel solar de baixo custo e técnica de reuso de água, oferecidos por profissionais de diversas áreas, afim de que a casa possa ser construída em sistema de mutirão.
Educação Ambiental e Sustentabilidade
O Planeta é o nosso Lar!
Morar em uma casa sustentável não basta, é necessário que as pessoas da comunidade criem uma nova relação com o planeta. É necessário que a cultura da sustentabilidade seja disseminada entre todos. Palestras, cursos, assistência na própria comunidade, nas escolas do bairro, são atitudes que entendemos como sementes para conscientização. A partir desse conhecimento que construiremos juntos é que a cultura da sustentabilidade pode proliferar. Reuso de água, coleta seletiva de lixo, horta coletiva, replantio nas áreas de mata ciliar quando prejudicadas e o respeito pelo meio ambiente são nossas principais metas. Contaremos com apoio de grupos ambientalistas que já desenvolvem cultura da sustentabilidade.
Quem somos
Aguinalva Ferreira Teles Ribeiro, Estudante
Ailza Ferreira de Souza, Lider comunitária
Ana Maria Kazuko Kawamura, Matemática
Ana Maria Morata dos Santos, Consultora de Vendas
Beatriz Morabito, Webmaster
Carla Gonçalves Boscato de Castro, Educadora
Carla Matheus de Almeida, Arquiteta
Claudia Morata Alves, Nutricionista
Emilio Carlos Gonçalves, Engenheiro Civil
Gina Carla Russo, Advogada
Isabel de Freitas, Psicóloga
José Marcelino de Andrade, Empresário
Lyse Miranda, Administradora de Empresas
Marivalda Legati Gonçalves, Cirurgiã Dentista
Miriam Morata Novaes, Arquiteta
Nadia Maria Rozon, Advogada
Sandra Regina Warde dos Santos, Secretária
Sonia Maria Marçal de Andrade, Educadora
Valéria de Salles Hernandes, Educadora
Artigos Relacionados:
VILA ROSINA
14/05/12
No domingo, dia 13 de maio a familia concretou o radier da casa.
No próximo sábado iniciaremos a construção das paredes e a fundação e encanamento do banheiro e cozinha.
Artigos Relacionados:
RADIER VILA ROSINA
13/05/12
Sábado dia 12 de maio estivemos na comunidade de Vila Rosina, para continuarmos a construção da nossa casa sustentável. Na sexta-feira fomos informados que o material solicitado já estava na obra. Nossa expectativa era fazer a forma para o radier e concretar. Quando chegamos ao local não havia nenhum material pedido, fomos falar com os vizinhos e pedir tábuas emprestadas para continuarmos o trabalho.
O caminhão com o material chegou às 12:00hs, substituimos todas as táboas novamente e continuamos o trabalho. Devido a esses contratempos, não conseguimos concretar o piso, pois o trabalho se estendeu até as 17:00hs.
Contamos com mais um membro da familia ajudando nosso trabalho, Maicon, pai dos dois bebês ficou o dia todo trabalhando conosco e se responsabilizou pela concretagem do radier hoje (domingo dia 13/05). O traço para o concreto é 1 saco de cimento, para 5 latas de areia e 6 latas de pedra.
Sugeri que eles queimassem o cimento, depois da concretagem para que o piso ficasse com acabamento, também disse que poderiam misturar pó xadrez amarelo ao pó do cimento seco para dar colorido ao piso. A parede que dividirá a cozinha e os cômodos da casa será feita com treliça de madeira e no piso faremos um pequeno jardim, para que a treliça sirva de apoio para plantas. A familia gostou da idéia e aprovou. Estamos evoluindo no nosso trabalho, aprendendo como construir casas e dignidade.
Hoje fiquei muito feliz, às 8:00hs Maicon telefonou para minha casa, para tirar algumas dúvidas sobre a concretagem e perguntar se poderia tingir o piso com outra cor, ou teria que ser amarelo conforme eu tinha sugerido. Eu respondi que a casa era deles e eles deveriam escolher a cor que mais gostassem; o rapaz e a mãe decidiram que irão hoje ao depósito para escolher a cor do piso.
Pronto! Eles entenderam o espirito do trabalho.
Arq. Míriam Morata Novaes
Artigos Relacionados:
COMO FAZER CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA
09/05/12
Introdução Básica
A captação da água de chuva é uma maneira rápida de se obter um grande volume de água em um período de tempo bastante reduzido, e de razoável qualidade.
Existem duas maneiras conhecidas de se captar: a primeira é aproveitando o teto da casa, e o segundo é revestindo o subsolo de uma área de encosta com plástico e canalizando a água , pré-filtrada pelo solo, até uma caixa ou reservatório.
A sua armazenagem poderá ser feita em uma caixa separada ou diretamente na cisterna , caixa central do seu estabelecimento (Lares na cidade, fazenda, sítios, chácaras etc.) ou ainda em cisternas secas e abandonadas, reaproveitando-as.
Dimensionamento da caixa de captação.
O dimensionamento da caixa de captação, vai depender de sua utilização. Se o objetivo for o abastecimento em água potável durante, por exemplo, o período de seca, o volume da caixa a ser construída deverá ser determinada em função de alguns fatores:
1- O consumo necessário de água para abastecer uma família durante o ano ou num período curto (dias, semanas ou meses), na medida que podem existir no local, outras fontes de água (cisterna, mina ou nascente etc.);
2- A quantidade de água de chuva que a cisterna pode captar e armazenar, durante este mesmo período. A quantidade de água de chuva captada vai depender:
2.1- A quantidade de chuva da região (regime pluviométrico);
2.2- A área disponível para a captação, que por sua vez dependerá:
2.2.1- Do tipo de material. Se é telha ou plástico.
2.2.2- e da superfície em que é captada, que pode ocorrer perdas.
Podemos usar este volume de água em potencial que temos em nossa região como fator limitante do dimensionamento da caixa de captação, ou não, tudo dependerá de seu objetivo em captar este tipo de água, e das condições financeiras disponíveis para realiza-lo.
Fig. Esquema geral da caixa ou reservatório para água de chuva com escada de acesso para limpeza em vergalhões , chumbada na parede interna. Detalhe do “suporte” para o balde, evitando do mesmo entrar em contato com o chão.
A escolha do lugar para a caixa.
A escolha do local para a construção da caixa ou reservatório de captação deverá atender aos seguintes requisitos:
1. A caixa deve ser montada no lugar mais baixo, podendo receber por gravidade á água escoada de todos os lados do telhado. No caso de se usar o plástico enterrado, a água que escorrera por toda a extensão do mesmo , também deverá estar acima da caixa;
2. Procure solos de preferência arenosos ou sem pedras grandes. O tipo do terreno estabelece a profundidade possível para a escavação, que pode levar a caixa a ter um volume reduzido. Por outro lado, a presença de material duro no fundo da caixa a ser construída, torna-a mais segura;
3- Deve-se procurar um local afastado de árvores ou arbustos cujas raízes possam provocar rachaduras e consequente vazamento na parede da caixa;
4- Para prevenir o perigo de contaminação da água armazenada, a caixa deve ser implantada a pelo menos, 10 a 15 metros de distância de fossas, latrinas, currais e depósitos de lixo;
5- A caixa de captação ou armazenamento quando for usada como uma cisterna, ou seja usando balde para retirar a água, ela poderá ser construída próxima da cozinha para facilitar o acesso à água pela dona de casa.
Conservação e tratamento da água.
A água armazenada na caixa pode sofrer contaminação de duas maneiras:
1. Água muito tempo armazenada sem cloração;
2. Água que entra no reservatório já com contaminação, proveniente da sua passagem pelo telhado da casa. É fato que o telhado recebe vários tipos de depósitos trazidos pelo vento, como folhas, papel, lixo etc, além da poeira. É também o lugar de passagem de animais como ratos, pássaros e insetos.
Assim sendo, para conservarmos a água de boa qualidade, devemos realizar uma limpeza , pelo menos, uma vez por ano dentro da caixa, nas tubulações ou bicas de condução, além de manter o balde sempre limpo e longe de chão.
Uma inspeção interna e externa na caixa é sempre bom para verificar da existência de trincas ou rachaduras evitando a perda de água ou a infiltração de impurezas .
Para evitar a contaminação que vem do telhado é aconselhado evitar a entrada das primeiras águas escoadas do telhado na caixa, desviando a(s) bica(s) ou tubos de condução para fora do orifício de entrada do reservatório.
O tempo de “lavagem” do telhado vai depender da intensidade da chuva; pode ser de 1 hora no caso de chuva forte, ou até um ou dois dias no caso de uma chuva fina e constante.
Mesmo realizando a “lavagem” antes de captar a água, os ventos costumam trazer folhas e sujeiras mais grossas para dentro da caixa, assim para se resolver este problema coloca-se um filtro ou coador na boca de entrada do reservatório, ou seja, entre a bica de condução da água e o reservatório.
Um coador feito em chapa galvanizada com furos feitos com prego ou broca para ferro de 1/8” funciona satisfatoriamente. O seu tamanho e a quantidade de furos ideais vão depender da vazão de entrada e do volume de impurezas retidas. É bom dimensionar o coador para receber a água de uma chuva forte e impurezas menores que 2 mm, considerando-se que tenha feito a pré-lavagem do telhado citado acima.
O tanque de decantação permite a separação daquelas impurezas residuais que tenham ficado no telhado mesmo depois da pré-lavagem, da água de entrada. Pode ser construído dentro do próprio reservatório ou fora deste, em volume ou capacidade de 50 a 200 litros, onde a água ficará um certo tempo, durante a qual os resíduos vegetais mais grossos poderão ser depositados. Esta caixa deverá ser limpa regularmente. Funciona bem, sobretudo quando as chuvas não são muito fortes, caso contrário, uma vazão alta na chegada da água dificultara a decantação.
Um outro dispositivo para purificação é o filtro de areia, que é composto por sucessivas camadas de brita, areia grossa, areia fina e carvão, dispostas em uma caixa simples de fibrocimento ou de alvenaria isolado, instalado numa posição acima da tampa de entrada da caixa de captação. Segundo BERNAT & COURCIER, este sistema apresenta limitações, devido aos problemas frequentes de entupimento que reduzem bastante a eficiência desse tratamento, além de tornar difícil e complicado a sua manutenção.
Para garantir uma água de qualidade para o consumo humano, evitando a contaminação pelo armazenamento é aconselhado a colocação de um clorador por difusão.
Fonte:
http://www.soecomg.hpg.ig.com.br/agua8.htm
http://www.metalica.com.br/como-fazer-captacao-de-agua-de-chuva
Artigos Relacionados:
USP DESENVOLVE CASA SUSTENTÁVEL
08/05/12
Casa sustentável
Pesquisadores de diversas universidades brasileiras criaram o protótipo de uma casa do futuro, batizada de Ekó House, que está sendo montada na USP.
Trata-se de uma casa eficiente, sustentável e inovadora, que funciona exclusivamente com energia solar, tanto térmica quanto fotovoltaica.
“A casa tem aproximadamente 47 metros quadrados. Ela conta com cozinha, sala de jantar, sala de estar, banheiro e quarto. O ambiente é projetado para dar flexibilidade de uso.
“Com persianas e móveis o ambiente é alterado, aumentando a área social ou a área íntima,” explicou Bruna Mayer de Souza, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e uma das integrantes da iniciativa.
Residências Energia Zero
O projeto da Ekó House está em desenvolvimento desde o final de 2010.
O protótipo combina elementos de alta tecnologia com soluções tradicionais de arquitetura e engenharia.
No aspecto de pesquisa, diversos itens do projeto e da construção da Ekó House embasam pelo menos uma dezena de trabalhos acadêmicos que resultarão em teses, dissertações e artigos científicos.
Além disso, o desenvolvimento do protótipo está inserido em um convênio entre USP e Eletrobrás, que tem como objetivo principal o lançamento das bases de uma indústria nacional de Residências Energia Zero (REZ) com tecnologia brasileira e adequação às nossas diversas regiões bioclimáticas.
“O projeto busca desenvolver pesquisa sobre Residências de Energia Zero (REZ) para o nosso clima e sociedade. Buscamos tecnologias que levem a um menor impacto ambiental das residências brasileiras,” explica a pesquisadora.
Solar Decathlon
O projeto é a proposta brasileira que está concorrendo ao Solar Decathlon Europe 2012, uma competição internacional onde 20 equipes, representando universidades de todo o mundo, projetam, constroem e colocam em funcionamento uma casa sustentável e com eficiência energética.
O Solar Decathlon é dividido em dez categorias, que avaliam as inovações da casa, como sua capacidade de geração e eficiência energética, conforto, qualidade espacial e construtiva, entre outras.
As casas são construídas e testadas localmente e transportadas para o local da competição em Madrid, na Espanha, onde devem ser montadas em dez dias. Lá permanecem em exposição lado a lado por 17 dias, quando estão abertas à visitação do público e são realizadas as provas.
“A casa será levada para Madrid parcialmente desmontada, em contêineres. A estrutura é feita de peças de cumaru e placas de OSB (oriented stranded board) que formam painéis. Esses painéis são preenchidos com lã de vidro para isolamento térmico.
“Como revestimento, são usadas placas cimentícias e, entre os painéis e as placas, também é utilizado aerogel, um material fibroso de alta eficiência no isolamento térmico. Os painéis já irão prontos para Madri, com todas as suas camadas instaladas, inclusive com canos e fios, para lá serem apenas encaixados”, explica Bruna.
http://www.inovacaotecnologica.com.br
Artigos Relacionados:
Competições aceleram inovação sustentável
08/05/12
Diversas empresas e fundações americanas estão criando concursos para acelerar o desenvolvimento de soluções pró-sustentabilidade, da Bill and Melinda Gates Foundation, que visa repensar o vaso sanitário. Poderia citar muitas outras. Uma das mais interessantes é o US$ 300 House Open Design Challenge, lançado por um blog ligado àHarvard Business Review. Ele ofereceu US$ 25 mil para quem projetasse casas populares que custassem menos de US$ 300 e que cumprissem com uma série de requisitos (resistissem à chuva e aos terremotos, usasse materiais de baixo impacto, incluísse painéis solares e filtros d’água de baixo custo). Foram enviados 300 projetos e a vencedora foi Patti Stouter, uma voluntária americana que trabalha na construção de casas populares no Haiti e na África. Ela propôs o uso de sacos de entulho, similares aos usados em barragens improvisadas contra inundações, nas fundações, e paredes feitas com rolos de fibras locais, como palha ou restos de bambu, embebidas em argila.
Outro exemplo: o The Betacup Challenge, lançado em 2010, que buscava soluções que reduzissem o número de copos não-recicláveis descartados. Ele foi partrocinado pela rede de cafés Starbucks, que doou US$ 20 mil aos autores das melhores idéias. Dentre os 430 candidatos, venceu um grupo de Boston que sugeriu a adoção de um mecanismo de pressão psicológica: um quadro negro no ponto de consumo onde o cliente desenharia uma barra com cada vez que trouxesse sua caneca de casa (o que não é tão raro nos EUA). Quem marcasse a décima barra ganharia um café de graça. Embora não seja uma idéia revolucionária, tem lá seu charme – mas até hoje não foi adotada pelas lojas da Starbucks.
Algumas entidades estão, inclusive, se especializando nesse tipo de competição. É o caso da X Prize Foundation, criada em 1995, que convence filântropos a doar prêmios que viabilizem competições nas áreas de educação, exploração espacial, meio ambiente e energia, desenvolvimento global e biotecnologia. Dentre os concursos já encerrados estão o Ansari X Prize, que ofereceu US$ 10 milhões para quem propusesse um projeto privado viável de viagens espaciais; o Progressive Insurance Automotive X Prize, que premiou com o mesmo valor a criação de um veículo capaz de rolar a 100 milhas por equivalente de galão de gasolina (ou 42,5 km por litro); ou ainda o Wendy Schmidt Oil Cleanup X Challenge, concebido logo após o acidente com a plataforma Deepwater Horizon, no Golfo do México, que prometeu US$ 1,4 milhão a quem desenvolvesse um método altamente eficiente de remoção de óleo da superfície oceânica. No momento, aX Prize Foundation está promovendo três concursos: o Google Lunar X Prize (US$ 30 milhões para o grupo privado que conseguir mandar um robô para a Lua), o Archon Genomics X Prize (US$ 10 milhões para o primeiro grupo que conseguir mapear com precisão os genótipos de 100 pessoas centenárias que tenham boa saúde) e oQualcomm Tricorder X Prize (US$ 10 milhões para quem desenvolver um aparelho do tamanho de um celular capaz de fazer diagnósticos e monitorar a saúde do portador).
Regina Scharf, da Página 22
http://mercadoetico.terra.com.br
Artigos Relacionados:
PROJETO CAIEIRAS 06 DE MAIO
06/05/12
Domingo, dia 06 de maio retornamos à Vila Rosina, para colocar as vigas e concretar o baldrame.
O trabalho pesado do dia anterior deixou nossa equipe mais “dolorida” e lenta, mas ainda assim conseguimos terminar a retirada de terra do baldrame e colocar a ferragem no nível.
A madeira que iríamos utilizar para fazer a forma, foi levada juntamente com o lixo. Fomos até um terreno onde jogaram diversas portas de guarda-roupa e madeiras de móveis, separamos algumas parautilizar como forma.
Infelizmente a madeira estava empenada e o trabalho não sairia com a qualidade que queremos, portanto solicitaremos o seguinte material:
- 30m de táboa de 30cm
- 2kg de prego 18×25
- 1 rolo de arame recozido
- 10m de sarrafo de 10cm
- 2 serras de aço rápido para cortar ferros
Não pudemos fazer gabarito da casa, pois a casa ao lado é feita de madeirite com folhas soltas.
A família esteve novamente presente e trabalhou bastante, isso é muito bom.
No próximo sábado pretendemos concretar o radier e finalizar a fundação da casa.
Obrigada a todos!
Artigos Relacionados:
PROJETO CAIEIRAS 05 MAIO
06/05/12
Sábado dia 5 de maio voltamos à comunidade de Vila Rosina, a areia, pedra, ferragem e cimento estavam no local e pudemos dar continuidade ao nosso trabalho.
Tivemos duas surpresas desagradáveis, a primeira quando vimos que todo material estava no local da obra, exatamente onde faríamos o baldrame e as brocas; levamos quase 2 horas removendo o material para a calçada em frente ao lote, o que atrasou muito nosso trabalho. A segunda surpresa foi o nosso “escritório”, alguém quebrou as telhas e destruiu as paredes, por isso tivemos que demolir e remover nosso único local de apoio.
Para compensar esses pequenos problemas, ficamos muito felizes com a remoção do lixo, embora tenham levado também toda a madeira que havíamos separado para reaproveitamento, pelo menos o espaço estava limpo. Foi muito gratificante quando a familia chegou para trabalhar conosco, pela primeira vez. Acho que estão entendendo o espírito do nosso projeto.
Nossa intenção era concretar o baldrame, mas com esses imprevistos, não tivemos temp suficiente e deixamos apenas as brocas concretadas para terminar o baldrame no domingo dia 06 de maio.
Não tivemos nenhum acidente e todos trabalharam demais, um serviço muito pesado, mas valeu a pena.
Obrigada a todos!

















































































































